quinta-feira, 25 de julho de 2013
Um dia
você aprende
Depois
de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e
acorrentar uma alma. E você aprende que
amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou
proximidade. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos a
radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E
aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanha é
inserto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em
meio ao vão.
Depois
de um tempo você aprende que o sol queimar se ficarmos expostos a ele durante
muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe; algumas
pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa o quão boa
seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e, por isso você precisa estar
sempre disposto a perdoá-las.
Aprender
que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva certo tempo para construir confiança e apenas
alguns segundos para destruí-la e que você, em um instante, pode fazer coisas
das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras
amizades continuam a crescer mesmo a
longas distancias, e que, de fato, os
bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos
permitiu conhecer. Aprende que não temos
que mudar de amigos; se compreendemos que os amigos mudam (assim como você ), perceberá que
seu melhor amigo e
você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo assim
mesmo, bons momentos juntos .
Descobre
que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito
cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente
amamos com palavras amorosas, pois cada instante que se passa carrega a
possibilidade de ser a ultima vez que as veremos; aprende que as
circunstancias e os ambientes possui
influencia sobre nós, mas somente nós
somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os
outros, mas com o melhor que se pode ser.
Descobre
que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que deseja tornar, e que o
tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto aonde já chegou chegamos,
mas para onde estamos, de fato, indo _ mas, se você não sabe para onde está
indo, qualquer lugar servirá.
Aprende
que; ou você controla seus atos e temperamentos, ou acabará escravo de si
mesmo, pois eles acabarão por controla-los; e que ser flexível não significa
ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada ou frágil
seja uma situação. Sempre existem dois lados a serem considerados, analisados.
Aprende
que herói são pessoas que foram suficientes corajosas para fazer o que era
necessário fazer, enfrentando as consequências de seus atos. Aprende que
paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a
pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se.(...)
Aprende que não importa quantos pedaços
o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá para, para que você possa consertá-lo.
Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar atrás. Portanto plante você
mesmo seu jardim e decore sua alma- ao invés de esperar que alguém
eternamente lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo
pode suportar; que realmente é forte e que ir muito mais longe – mesmo após ter
pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu
próprio e inquestionável valor perante a vida.
Willian Shakespeare
terça-feira, 23 de julho de 2013
Poema metade
Que
a força do medo que tenho não me impeça de ver
O
que anseio.
Que
a morte de tudo que acredito não tape os ouvidos
E a
boca.
Porque
metade de mim e o que eu grito,
Mas,
a outra metade é silencio.
Que
a musica que eu ouço seja linda, mesmo a
inda que.
A
tristeza.
Que
a mulher que amo seja pra sempre amada,
Mesmo
que distante...
Porque
metade de mim é partida
Mas
a outra metade é saudade.
Que
as palavras que eu falo não seja ouvidas como prece
Nem
repetidas com fervo.
A
penas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de
sentimentos.
Porque
metade de mim é o ouço, mas,
A
outra metade é o que calo...
Que
essa minha vontade de ir embora se transforme
Na
calma e na paz que eu mereço.
E
que essa tensão que me correi por dentro seja um dia recompensado.
Porque
metade de mim é o que penso, mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste,e que convívio
comigo se torne ao menos suportável.
Que
o meu espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu mim lembro ter dado
na infância.
Porque
metade de mim e a lembrança do que fui
Mas,
a outra eu não sei.
Que
não seja mais preciso do uma simples alegria pra me
Fazer a quietar o Espírito.
E
que o teu silencio me fale cada vez mais.
Porque
metade de mim é a brigo, mas, a outra metade
É
cansaço...
Que
arte nos aponte uma resposta mesmo que ela não saiba.
E
que ninguém atente complicar, porque é preciso simplicidade pra fazê-la
florescer.
Porque
metade de mim é platéia e a outra
É
canção.
E
que minha loucura seja perdoada
Porque
metade de mim é amor
E a
outra metade também.
Osvaldo
monte negro.
Quem é ela
Quem é ela
que surgi no senário da vida, com a sua forma de ser e
de pensar e que anda pra lá e pra car. E
aparece de varias formas e cores umas Morenas outras Loiras Brancas .
Quem é ela que
passeia pelos campos apreciando tudo ao seu redor e que faz tornar o ambiente todo
diferente.
Quem é ela que é
como vento quando passa e os seus cabelos o ficam flutuar a onde á de passar
suave são seus passos macios silenciosos.
Quem é ela que
às vezes tornasse doce ou não, mas sempre com um jeitinho diferente alegrando o
coração da gente.
Quem é ela que
mesmo com os olhos cheios de lagrimas torna-se a pessoa mais amável o possível.
Quem é ela que
passeia pela mente de um pensador fazendo o ser um sonhador.
Quem é ela que
quando ouvi a música se deixa se levar pelo som que vem de bem de
longe..........
Quem é ela que
age que pensa e que tem a arte em suas mãos mesmo às vezes sem saber usar, mas
que ela tem.
Quem é mesmo
gestante tendo pouco tempo pra da à luz andar com o andar rastejante e que sua
voz torna-se ofegante......
Quem é ela cujo
corpo se envolve no manto de beleza de clareza como as cores da mais bela
natureza.
Quem é ela que o
poeta pode considerar como se force uma bela e linda flor que nascesse do mais
profundo do seu coração e que dela sua inspiração.
Quem é ela que
quando a noite vem a cair seus olhos começam a brilhar como no mar bem distante
e ali a lua a clarear e o amor no seu coração sempre é guardado com todo o
cuidado pra não estar machucado.
Quem ela que se
veste de caratê de verdades e de sinceridade e busca contaste mente
viver o seu verdadeiro valor no meio da sociedade.
Ou seu nome são
diversos ou vários nomes, mas uma coisa eu sei e penso muito bem elas todas
juntas são bastante especiais no Reino de Deus, pois foi ele quem a fez é uma
obra de arte em suas mãos.
E o seu nome é
Mulher.
domingo, 21 de julho de 2013
VAIDADE
Sonho que sou a Poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!
Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!
Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a terra anda curvada!
E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada! ...
Fernando Pessoa
Sonho que sou a Poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!
Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!
Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a terra anda curvada!
E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada! ...
Fernando Pessoa
Reencontro
Já se fazia
tempo
Que não te
via
Sentir a
falta
Dos teus
beijos
E dos teus desejos
A tua pele
macia
Onde a minha
mão
Te a carecia
Vem até mim
Para que
juntos
possamos
Nos abraçar e indo
Ate o sol
arraiar
Vamos saciar
de amor
Pois o meu
corpo
Está ardendo
por ti
Somente por
ti amor
O teu amor é
meu
E o meu amor
é todo Teu
Linda e
sempre serás
Estarei
dentro do teu olhar
Para que
cada instante
Você possa
me Amar
Te amo
Evaldo
FOLHAS DE ROSA
Todas as prendas que me deste, um dia,
Guardei-as, meu encanto, quase a medo,
E quando a noite espreita o pôr-do-sol,
Eu vou falar com elas em segredo...
E falo-lhes d’amores e de ilusões,
Choro e rio com elas, mansamente...
Pouco a pouco o perfume do outrora
Flutua em volta delas, docemente...
Pelo copinho de cristal e prata
Bebo uma saudade estranha e vaga,
Uma saudade imensa e infinita
Que, triste, me deslumbra e m’embriaga
O espelho de prata cinzelada,
A doce oferta que eu amava tanto,
Que reflectia outrora tantos risos,
E agora reflecte apenas pranto,
E o colar de pedras preciosas,
De lágrimas e estrelas constelado,
Resumem em seus brilhos o que tenho
De vago e de feliz no meu passado...
Mas de todas as prendas, a mais rara,
Aquela que mais fala à fantasia,
São as folhas daquela rosa branca
Que a meus pés desfolhaste, aquele dia...
Fernando Pessoa
FANATISMO
Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida.
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
“Tudo no mundo é frágil, tudo passa... ”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, digo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio e Fim! ... ”
Fernando Pessoa
Todas as prendas que me deste, um dia,
Guardei-as, meu encanto, quase a medo,
E quando a noite espreita o pôr-do-sol,
Eu vou falar com elas em segredo...
E falo-lhes d’amores e de ilusões,
Choro e rio com elas, mansamente...
Pouco a pouco o perfume do outrora
Flutua em volta delas, docemente...
Pelo copinho de cristal e prata
Bebo uma saudade estranha e vaga,
Uma saudade imensa e infinita
Que, triste, me deslumbra e m’embriaga
O espelho de prata cinzelada,
A doce oferta que eu amava tanto,
Que reflectia outrora tantos risos,
E agora reflecte apenas pranto,
E o colar de pedras preciosas,
De lágrimas e estrelas constelado,
Resumem em seus brilhos o que tenho
De vago e de feliz no meu passado...
Mas de todas as prendas, a mais rara,
Aquela que mais fala à fantasia,
São as folhas daquela rosa branca
Que a meus pés desfolhaste, aquele dia...
Fernando Pessoa
FANATISMO
Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida.
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
“Tudo no mundo é frágil, tudo passa... ”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, digo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio e Fim! ... ”
Fernando Pessoa
sábado, 13 de julho de 2013
O meu olhar
O meu olhar
vai além
Do que eu
possa imaginar
O meu olhar
é profundo
Como o mar
O meu olhar
procura
Procura cada
vez mais
Te amar
Nessa
imensidão
Desse luar
Está o meu
olhar
O meu olhar
te ver
Como
deverias ser
Vista
Pela beleza
que
Eu vejo no
anseio
Do teu
desejo
Estarei
sempre
A te
encontrar
Diante do
meu
Olhar
Evaldo
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